
Olá amigos!
Esse sumiço todo é por causa do bendito facebook né? rsrsr Bom, vamos ao que interessa! Eu não posso chegar aqui e ir escrevendo qualquer bobagem sobre a arte que mais amo: a música. Tenho que escrever bobagens consistentes e com base nas minhas emoções, ora bolas. Portanto, meu blog é o tipo de coisa, que abro na net e ouço do início ao fim, sem medo de ser feliz. Pronto, fiz meu marketing, agora vamos ao assunto do dia: Pat Metheny! Patrick Metheny (Patrick Bruce Metheny) (Kansas City, Missouri, 12 de agosto de 1954) é um guitarrista de jazz norte-americano. Guitarrista que aprendí a conhecer e gostar através de meu irmão, Zé! Aliás meu irmão é uma grande influência musical para mim, pois tem a sensibilidade de mostrar outros sons, além dos rocks, pops e punks que adoro escutar. O que me chamou mais atenção nesse guitarristas, especialmete jazzístico, foi o caráter mais próximo do meu entendimento musical; não querendo diminuir o músico, mas ele consegue me fazer "entender" melhor o jazz, que particularmente acho dificílimo a compreensão. Mas Pat me faz escutar jazz de maneira mais harmônica e não me sinto tão "perdida" na canção. rs
Ah sim, caros amigos, e este moço vai tocar aqui, no dia 12 de junho, no TCA. Segue a programação. Yo yo Ma, Speranzza, Pacco...Uhu! Aceito doações. Vai ser no dia dos namorados, se você tem um ou uma, garanto que será uma boa pedida.
04 de maio, sábado, 21h
YO-YO MA e Kathryn Stott – Foi definido como “o maior violoncelista do nosso tempo” pelo júri do Prêmio Polar 2012, em Estocolmo, na Suécia, ao lhe conferir a distinção naquele que é considerado o “Nobel” da música internacional. Para os críticos, esse extraordinário artista americano de origem chinesa é um verdadeiro superstar da música erudita. Yo-Yo Ma extrai do seu violoncelo uma rara sonoridade, aliada à notável sensibilidade musical. Ganhador de mais de 15 prêmios Grammy, o músico tem sido objeto de inúmeras distinções ao longo da carreira: do cobiçado Avery Fisher Prize à nomeação como Embaixador da Paz da ONU. Nessa turnê, ele se apresenta com a parceira musical de longa data, Kathryn Stott, artista britânica reconhecida por sua inventividade e maestria ao piano.
14 de maio, terça, 21 h.
Hélène Grimaud E OSBA – Pianista de interpretações intensas e carismáticas, Hélène Grimaud considera a música uma paixão sem limites. Nasceu em Aix-en-Provence, na França. A sua atuação no MIDEM, em Cannes, em 1987, levou o pianista e maestro Daniel Barenboim a recomendá-la para tocar com a Orquestra de Paris, seguindo-se uma série de concertos, incluindo a sua estreia no Festival de Piano de La Roque d’Anthéron e um recital em Tóquio. Desde então, apresenta-se com importantes regentes e orquestras, incluindo a Filarmônica de Berlim, Orquestra do Tonhalle de Zurique, Filarmônica de São Petersburgo, e também as maiores orquestras dos Estados Unidos. Entre os numerosos prêmios, recebeu o grau de Oficial da Ordem das Artes e das Letras do Ministério da Cultura da França, em 2002. Ela se apresenta com a Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) – um dos mais conceituados conjuntos sinfônicos brasileiros, com três décadas de atuação – sob a regência do maestro Carlos Prazeres.
09 de junho, domingo, 20 h
Esperanza Spalding – Contrabaixista e cantora de jazz, nascida em Portland, Estados Unidos, Esperanza ganhou em 2011 o Grammy na categoria de Artista Revelação. Neste mesmo ano, esteve no Brasil, em show realizado no Rio de Janeiro, que contou com a participação do cantor Milton Nascimento, e teve repertório baseado principalmente em música popular brasileira. Esperanza canta em inglês, espanhol e português. Já se apresentou acompanhada por grandes nomes do jazz, como Pat Metheny, Joe Lovano, Michel Camilo e Donald Harrinson. Foi mencionada pela revista Down Beat como “a melhor baixista em ascensão”. Compõe e leciona no Berklee College Of Music em Boston, EUA.
12 de junho, quarta, 21 h
Pat Metheny – Guitarrista de jazz americano, Patrick Bruce Metheny nasceu em Kansas City, no Missouri. Seu primeiro sucesso na cena internacional do jazz foi em 1974. Com o lançamento de seu primeiro álbum, Bright Size Life (1976), ele reinventou, segundo os críticos, o som tradicional da guitarra jazz para uma nova geração de músicos, tornando-se uma figura-chave na música instrumental dos últimos 20 anos. Ganhou vários concursos como o “melhor guitarrista de jazz” e prêmios, incluindo discos de ouro para os álbuns Still Life (Talking), Letter from Home e Secret Story, e conquistou também 15 prêmios Grammy em várias categorias. Já atuou com músicos tão diversos como Steve Reich, Ornette Coleman, Herbie Hancock, Brad Mehldau, Jim Hall, David Bowie e Milton Nascimento.
23 de agosto, sexta, 21h
Gil Shaham E OSBA – Considerado pela crítica como um dos principais violinistas da contemporaneidade, Gil Shaham apresenta, com maestria, uma combinação de técnica impecável com calorosa presença de palco, consolidando seu legado como um grande mestre americano. Requisitado em todo mundo para concertos com as maiores orquestras e os melhores regentes, aos 41 anos, o músico já se apresentou nos principais palcos e nos mais prestigiosos festivais. Natural de Illinois, EUA, Shaham iniciou os estudos de violino aos sete anos de idade, na Academia Rubin de Música, em Israel, estreando, em 1981, na Orquestra Sinfônica de Jerusalém e na Filarmônica de Israel. Neste concerto, o violinista se apresenta com a Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA), sob a regência do maestro Carlos Prazeres.
04 de outubro, sexta, 21 h
Teresa Salgueiro – Natural de Lisboa, a soprano portuguesa tornou-se célebre como vocalista do grupo Madredeus, onde atuou no período 1986-2007. Seu mais novo trabalho, o álbum “O Mistério”, lançado em 2012, reúne originais da intérprete de voz única e cristalina, e celebra os 25 anos de dedicação ininterrupta à música. Teresa se apresenta com um quarteto de acordeão, guitarra, contrabaixo e percussão. No palco, 16 temas com os quais recria um ambiente místico, “expondo as fragilidades da condição humana, mas sem nunca perder o otimismo”. Ao mesmo tempo, uma música contemplativa, e não muito longe da espiritualidade.
03 de novembro, domingo, 20 h
Paco de Lucía – Nascido em Algeciras, é um guitarrista espanhol de flamenco de fama internacional. Em 2004 foi distinguido com o Prêmio Príncipe das Astúrias, como “um músico que transcendeu fronteiras e estilos”. Em 1991 gravou Concierto de Aranjuez, de Joaquin Rodrigo com a Orquestra de Cadaques. O compositor, presente nas gravações, teria dito que nunca ninguém tinha tocado a sua peça com tanta paixão e intensidade como Paco de Lucía. O músico editou muitos álbuns, tanto de flamenco como de guitarra clássica. Através da sua vasta discografia mostrou uma nova forma de perceber o flamenco e lançou a sua música e o seu instrumento em um nível comparável ao dos modernos músicos do jazz.